Access de Marie Sester

Ao ler sobre essa obra no livro New Media Art, imaginei que havia uma menininha robot, meio filme I.A. (Inteligência Artificial) e que a partir do momento em que você passava em frente a guria, as câmeras sensores que seriam seus olhos, marcariam o transeunte e todo o resto seria conforme o filme aí debaixo mostra…

É, imaginei um pouco de mais, porém não deixa de ser interessante a obra como um todo. Se procurar pelo YouTube vocês acabarão achando outros filmes.

A questão que me toca, será que a obra é realmente interativa? Ou é apenas a máquina te escolhe e vai para onde você for com o foco de luz durante um tempo? Você pode correr dela durante um tempo, mas a luz e o som que são transmitidos pela mesma e que só você que está no spotlight vai ouvir é a intenção realizada pela mesma unicamente.

A gente pode achar que está interagindo, mas não está. A máquina é quem faz as escolhas e permanece enquanto está programada, ou se preferirem, afim.

Bem, fica aqui o registro de um ponto de vista momentâneo.

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